Acre

Dinheiro ilegal pode abastecer campanha de Gladson Cameli, acusação foi feita por Márcio Bittar

Há pouco mais de um mês, no dia 7 de julho passado, o portal Amazonas 1, de Manaus, trouxe a público uma informação que é de interesse da população acreana: “A Secretaria de Estado de Infraesturura (Seinfra), pasta que dispõe de um dos maiores orçamentos da estrutura do Executivo amazonense registro, de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano, pagamentos na ordem ade R$72,2 milhões, contabilizando valores relativos a empenhos feitos em 2018 e valores destinados a quitação de dividas do exercício anterior. Desse total, quase 67%, o equivalente a R$48,4 milhões, foram direcionados para duas empresas: a Construtora Etam Ltda (R$36,9 milhões) e a Construtora Amazônidas Ltda (R$11,51 milhões). Ambas pertencem ao grupo do empresário Eládio Cameli”, informou o Amazonas 1 na abertura da notícia.

Antes, no dia 23 de janeiro deste ano, o diário Página  20, de Rio Branco, publicou o conteúdo de uma conversa do pré-candidato do MDB ao Senado, Marcio Bittar, em que este dizia que o pai de Gladson, o dono da Etam e Amazônidas, o empresário Eládio Cameli, teria condições de conseguir R$30 milhões para a campanha do filho, pré-candidato a governador do Acre pelo PP. Na gravação, Marcio Bittar diz em alto e bom som que: “O pai dele [Elácio Cameli] pode levantar 30 milhões em espécie. Ele tem tamanho pra isso se começar agora”, teria dito Bittar ao interlocutor. “O político deixa escapar a suposta ilicitude quando questiona um presente, possivelmente, um policial: Agora você que é da polícia me responda: É fácil pegar esses 30 milhões de lá e colocar aqui na campanha?. O interlocutor responde apenas um fraco  difícil”, relatou o jornal.

A Polícia Federal está atenta a essa movimentação. Informações dão conta de que será monitorado para que dinheiro para campanhas não venham através de fechamento de caixas de empresas ligadas à família do candidato do PP.

Informações Juruá em tempo.

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